Desfraldando ao conjunto fictício dos céus estrelados

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|autor=Álvaro de Campos
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:Desfraldando ao conjunto fictício dos céus estrelados 
:O esplendor do sentido nenhum da vida... 

:Toquem num arraial a marcha fúnebre minha! 
:Quero cessar sem conseqüências... 
:Quero ir para a morte como para uma festa ao crepúsculo.
